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Culinária

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RECEITAS E PRATOS ORIUNDOS DE DIVERSAS REGIÕES DO PARANÁ

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Um breve relato sobre a culinária do oeste do Paraná

 

A mesorregião do Oeste Paranaense é uma das dez mesorregiões do estado brasileiro do Paraná. É formada pela união de cinquenta municípios agrupados em três microrregiões.

Cascavel 
Foz do Iguaçu 
Toledo 

A comida típica de Foz do Iguaçu possui o ingrediente mais comum na região da tríplice fronteira: o peixe. O Pirá de Foz, como é chamado o prato característico da cidade, é feito basicamente de mandioca e carne de surubim ou dourado, duas espécies de peixes muito encontradas no Rio Paraná. A aparência da comida também revela a influência indígena na culinária local, pois "pirá", no idioma guarani, significa peixe e mandioca era o que não podia faltar na alimentação dos índios.

Outros ingredientes que integram a receita do Pirá de Foz são vegetais como cenoura, espinafre e pimentão. Para acompanhar, o ideal é uma taça de vinho. É possível experimentar a comida na maioria dos restaurantes da cidade, especialmente em hotéis.

Outras comidas típicas da região:


*Costela Desossada e recheada – São José das Palmeiras
*Dourado Assado – Foz do Iguaçu 
*Boi no Rolete – Altônia, Engenheiro Beltrão, Marechal Cândido Rondon, Planalto, Ribeirão Claro, Santa Fé e Santa Terezinha de Itaipu 
*Dourado no Carrossel – Itaipulândia 
*Leitão à Sarandi – Toledo 
*Leitão a Xaxim - Toledo 
*Pintado na Telha - Guaíra 
*Porco no Rolete – Cidade Gaúcha, Mandaguaçu, Sertaneja e Toledo

 

A culinária paranaense é a mistura das influências de todos os povos que aqui chegaram ou dos que aqui já habitavam. Assim os índios paranaenses essencialmente coletores, tinham no pinhão, o alimento por excelência. Os coroados guardavam as sementes em cestos submersos em água corrente por 48 horas, sendo posteriormente secas ao sol, para serem consumidas fora da época de safra.

 

Até hoje o pinhão incorpora-se aos hábitos alimentares dos paranaenses, associados às festas juninas ou aos costumes do homem do campo como a sapecada, a paçoca ou ainda em saborosos pratos servidos em sofisticados restaurantes: croquetes, sopas, aperitivos, suflês e panquecas de pinhão.

 

Relativos a esses hábitos era comum entre os índios notadamente os xetás, ingerir folhas de erva-mate como alimento. Dali a herança do paranaense que, cultiva até hoje o costume de tomar chimarrão, chá-mate e outras formas de bebida e infusão.

É ainda de influência indígena na gastronomia, o conhecimento das frutas e raízes nativas, o preparo do milho e da mandioca na confecção das farinhas, do cuscuz, pamonhas e bijus, na pesca e na caça com a carne "moqueada" que é assada em buracos aquecidos.

 

De influência portuguesa, o Barreado originário dos sítios dos pescadores, com o decorrer do tempo, passou para as cidades litorâneas, onde é cultivado há aproximadamente 200 anos nos municípios de Antonina, Guaraqueçaba, Guaratuba, Morretes e Paranaguá.

 

Da expressão "barrear" a panela, com pirão de cinza e farinha de mandioca, para evitar que o vapor escape e o cozido seque depressa, vem o nome Barreado uma contribuição dos açorianos, que deu nome ao prato.

 

O Barreado representa fartura, festa e alegria, adotado como prato do período do entrudo - o precursor do carnaval, sendo sua característica a de que mesmo requentado, não perde o sabor original, o que liberava as pessoas durante os folguedos populares, não precisando cozinhar.

Os ingredientes que compõem o Barreado constituem-se de carne, toucinho e temperos. Antes, seu cozimento era feito pelos antigos habitantes do litoral em valas sobre um braseiro, levando cerca de 24 horas para que ficasse no "ponto".

Um verdadeiro ritual, para preparar àquele que se definiu como o prato típico do Paraná.

 

Com o Ciclo do Tropeirismo mudou não só o foco econômico do Estado, mas a cultura e os costumes, que sofreram influências dos locais por onde passaram os Tropeiros, que transportavam não só tropas, mas foram mensageiros de notícias, consolidadores de caminhos e fundadores de núcleos populacionais ao longo do percurso. Constituíram-se em elos de integração entre vilas, povoados do Brasil meridional e até do exterior, assimilando inclusive palavras de origem castelhana, como churrasco, charque, bombacha, arroio, incorporado ao linguajar do paranaense.

 

A gastronomia também sofreu influência das "andanças" dos tropeiros que assimilavam certos tipos de comidas disseminando-as por onde passavam. Desta maneira, as cidades nascidas de antigos "pousos" como a Lapa, Castro e Tibagi cultivam ainda hoje saborosos pratos como a Quirera Lapiana, o Virado de Feijão, o Arroz Tropeiro, o Castropeiro e a Paçoca de Pinhão com Charque.

 

Com os movimentos migratórios e imigratórios, os paranaenses incorporavam hábitos alimentares dos novos habitantes notadamente alemães, italianos, poloneses, ucranianos dos quais o costume de conservar a carne de porco imersa na banha, o uso da quirera de milho amarelo, o boi, o porco e o carneiro, assados inteiros no rolete.

 

Mais recentemente vários municípios instituíram pratos típicos, cultivando as tradições dos antepassados e os aspectos socioeconômicos regionais, que muitas vezes traduzem-se em animados  eventos gastronômicos, que fazem a delícia dos visitantes como:

 

*Festa  São José das Palmeiras – Costela desossada e recheada

* Concurso do Dourado Assado – Foz do Iguaçu

* Concurso do Porco à Paraguaia – Missal

* Festa da Costela – Apucarana

* Festa da Costela no Chão – Maria Helena

* Festa da Costela no Chão e Porco no Tacho – Iporã

* Festa da Leitoa ao Fogo-de-Chão - Santo Antonio da Platina

* Festa da Leitoa Desossada à Pururuca - Paraíso do Norte

* Festa da Leitoa Entrincheirada – Juranda

* Festa da Leitoa Fuçada – Janiópolis

* Festa da Leitoa Mateira - Mamborê

* Festa da Leitoa no Tacho - Lobato e Ribeirão Claro

* Festa da Piapara na Telha – Alto Paraíso

* Festa da Tainha - Paranaguá

* Festa da Tilápia – Porecatu

* Festa da Vaca Atolada - Boa Esperança

* Festa do Boi no Rolete – Altônia, Engenheiro Beltrão, Marechal Cândido Rondon, Planalto, Ribeirão Claro, Santa Fé e Santa Terezinha de Itaipu

* Festa do Borrego no Rolete - Irati

* Festa do Caranguejo - Pontal do Paraná

* Festa do Carneiro ao Molho Procopense – Cornélio Procópio

* Festa do Carneiro ao Vinho - Peabiru

* Festa do Carneiro Desossado e Recheado – General Carneiro

* Festa do Carneiro no Buraco - Campo Mourão

* Festa do Carneiro no Rolete – Carambeí, Piraquara e Ribeirão Claro

* Festa do Charque - Candói

* Festa do Charque a Vapor – São Mateus do Sul

* Festa do Costelão – Luiziana, Maripá, Palotina e Santa Helena.

* Festa do Costelão ao Fogo-de-Chão – Paranavaí

* Festa do Cupim Assado - Pato Bragado

* Festa do Cupim Noroeste – Alto Paraná

* Festa do Dourado na Grelha – Medianeira

* Festa do Dourado no Carrossel – Itaipulândia

* Festa do Frango – Bom Sucesso, Cafelândia, Novo Itacolomi, Toledo e Umuarama

* Festa do Frango Caipira Graciosa – Quatro Barras

* Festa do Frango Desossado e Recheado – Maripá

* Festa do Frango, Polenta e do Vinho – Curitiba

* Festa do Lambari – Porto Vitória

* Festa do Leitão a Dois Vizinhos – Dois Vizinhos

* Festa do Leitão à Pururuca – Engenheiro Beltrão

* Festa do Leitão à Sarandi – Toledo

* Festa do Leitão a Xaxim - Toledo

* Festa do Leitão Maturado - Goioerê

* Festa do Leitão na Grelha – Céu Azul

* Festa do Matambre  Recheado – Pato Bragado

* Festa do Peixe na Telha - Marilena

* Festa do Pernil à Pururuca - Farol

* Festa do Pierogi – Araucária

* Festa do Pintado na Telha - Guaíra

* Festa do Pirá de Foz – Foz do Iguaçu

* Festa do Porco à Paraguaia – Céu Azul

* Festa do Porco na Lata – Mandaguaçu e Santo Inácio

* Festa do Porco no Rolete – Cidade Gaúcha, Mandaguaçu, Sertaneja e Toledo

* Festa do Porco Recheado e Assado ao Forno – Toledo

* Festival da Alcatra - Santa Helena

* Festival da Carne Suína – Medianeira

* Festival de Frutos do Mar – Pontal do Paraná

* Festival do Frango – Matelândia

* Galinhada Orgânica – Missal

 


 FESTA DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS  -  PRATO PRINCIPAL  -

 

 COSTELA DESOSSADA E RECHEADA

COSTELA DESOSSADA E RECHEADA

  RECEITA

ORIGEM: Alto Piquiri

 

Esta receita foi adotada como prato típico de alto Piquiri, por iniciativa dos associados do Rotary Club da cidade, sendo servido pela primeira vez no ano de 2003, na Festa das Nações do município.

 

INGREDIENTES:

Tempero:

320 gramas de sal

30 gramas de Ajinomoto

40 gramas de alho

500 ml de vinagre

10 gramas de pimenta do reino moída

500 ml de água

 

RECHEIO:

15 QUILOS DE COSTELA

1 quilo e meio de cebola

1 quilo e meio de cenoura

1 quilo e 200 gramas de mussarela

1 quilo e 200 gramas de apresuntado

700 gramas de bacon sem pele

 

MODO DE PREPARO:

Coloque os ingredientes do tempero em uma caixa térmica, coloque a costela, deixe repousar no tempero por 12 horas, Depois coloque a costela em um local onde possa ficar estendida para rechear. Corte a cebola bem fina, rale a cenoura e tempere com sal e pimenta a gosto e misture. Fatie a mussarela, o apresuntado e o bacon. Em seguida coloque a cenoura e a cebola temperada sobre a costela. Adicione o apresuntado, a mussarela e o bacon. Depois enrole a costela como um rocambole, amarrado com um barbante bem forte no espaço de 10 centímetros. Enrole com papel-alumínio e coloque em uma forma no tamanho de 80 por 40 centímetros. Asse em fogo brando em torno de 6 horas.

 


 Vaca Atolada

 receita

Ingredientes

40 kg de costela ripa

10 kg de músculo traseiro

5 kg de bacon

8 kg de linguiça calabresa

12 kg de mandioca salsa amarela

15 kg de mandioca

1 lata de extrato de tomate (860 g)

350 g de alho

15 g de louro

10 g de cominho

500 g de colorau

50 g de Ajinomoto

10 g de orégano

4 kg de cebola

25 g de sálvia

35 g de manjerona

40 g de manjericão

20 g de alecrim

10 g de camomila

30 g de tomilho

20 g de curry

10 g de noz-moscada

40 g de páprica picante

10 g de erva-doce

30 g de gengibre seco moído

20 g de açafrão

10 g de pimenta-do-reino

50 g de ervas finas

Salsinha

 

 Modo de Preparo

A Vaca Atolada é preparada durante 12 horas, consiste em cozinhar a costela e o músculo (cortados em quadrados de 4cm) desossados com bacon e linguiça calabresa defumada; durante o processo de cozimento vá acrescentando a cada etapa a mandioca e a mandioquinha. O grande segredo deste prato está em não permitir que as mandiocas cozinhem a ponto de virarem um purê misturado com a carne. Assim, quando o prato está pronto cada ingrediente é facilmente identificado. Esta mistura de sabores é enriquecida com o sabor e o aroma das dezessete ervas e se transforma em um prato único e inesquecível. Salada de chicória ao vinho, salada de vagem e cenoura, farinha de mandioca temperada, molho de pimenta, pão francês e arroz branco.

Rendimento desta receita

150 pessoas


 Cupim a Moda Pato Bragado

Pato  

Ingredientes

80 g de sal ou 8% do peso do cupim

6 dentes de alho

1 tomate sem pele e sem semente

1 cebola média

2 folhas de louro

3 folhas de sálvia

3 ramos médios de salsa

2 talos de cebola verde

1 copo (200 ml) de vinagre branco

2 copos (400 ml) de vinho branco seco

pimenta a gosto

 

Modo de preparar

Bata todos os ingredientes no liquidificador, coe e injete com uma seringa no cupim, ou se preferir faça pequenas perfurações no cupim e deixe de molho na mistura. Mexa o cupim de 2 em 2 horas e deixe de molho no mínimo 8 horas. Espete o cupim, passe 3 voltas de papel celofane, prendendo as bordas do papel no espeto, com arame. Por cima, passe 2 voltas de papel alumínio. Asse em fogo alto, ou forno, durante 4 a 6 horas, dependendo do tamanho do cupim.

 

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A PARÁBOLA DO 
SEMEADOR
 

 

Naquele mesmo dia Jesus saiu de casa e se sentou à beira do lago.  Uma grande multidão se juntou ao seu redor. Havia tanta gente que Jesus entrou num barco e se sentou; e toda a multidão permanecia de pé na praia. Jesus lhes ensinou muitas coisas por meio de parábolas [a]. Ele dizia:

—Certo homem saiu para semear. 4 Enquanto semeava, uma parte das sementes caiu à beira do caminho e os pássaros vieram e as comeram.  Outra parte caiu no meio de pedras, onde havia pouca terra. Essas sementes brotaram depressa pois a terra não era funda, mas, quando o sol apareceu, elas secaram, pois não tinham raízes.  Outra parte das sementes caiu no meio de espinhos, os quais cresceram e as sufocaram. 8 Uma outra parte ainda caiu em terra boa e deu frutos, produzindo 30, 60 e até mesmo 100 vezes mais do que tinha sido plantado.  Quem pode ouvir, ouça.

Para que servem as parábolas

 Os discípulos de Jesus, então, se aproximaram dele e lhe perguntaram:

—Por que o senhor ensina o povo por meio de parábolas?

 E Jesus lhes respondeu:

—Somente a vocês é dado o privilégio de conhecer as verdades secretas do reino do céu e não aos outros.  Pois quem tem, receberá ainda mais e terá em abundância. Mas quem não tem, até o que tem lhe será tirado.  E é por isto que ensino o povo por meio de parábolas: Eles olham, mas não vêem; ouvem, mas não entendem.  Portanto, por intermédio deles acontece o que disse o profeta  Isaías:

“Vocês ouvirão mas, mesmo ouvindo, não conseguirão entender;

vocês olharão mas, mesmo olhando, não conseguirão ver.

 Isto acontece pois o coração deste povo está endurecido.

Eles taparam os ouvidos e fecharam os olhos.

Se não fosse assim, eles poderiam ver com os olhos,

ouvir com os ouvidos e entender com o coração,

e se voltariam para mim e eu os curaria”.

 —Mas felizes são os seus olhos, pois eles podem ver; e os seus ouvidos, pois eles podem ouvir.  Digo a verdade a vocês: Muitos profetas e homens justos desejaram ver as coisas que vocês vêem, mas não viram. Eles desejaram ouvir o que vocês ouvem, mas não ouviram.

Jesus explica a parábola do semeador

 —Ouçam o que a parábola  daquele que semeia quer dizer.  A semente que caiu à beira do caminho representa a pessoa que ouve a mensagem a respeito do reino, mas não a compreende, e Satanás então vem e tira as coisas que foram semeadas em seu coração.  A semente que caiu no meio de pedras representa a pessoa que ouve a mensagem a respeito do reino e a aceita imediatamente e com muita alegria.  Mas, como não tem raiz, não dura muito tempo. Assim que encontra dificuldades ou que é perseguida por causa da mensagem, abandona a sua fé.  A semente que caiu no meio de espinhos representa a pessoa que ouve a mensagem a respeito do reino mas é sufocada pelas preocupações com as coisas desta vida e pela ilusão das riquezas. Essa pessoa não produz nenhum fruto.  Mas a semente que caiu em terra boa representa a pessoa que ouve a mensagem e a compreende. Essa pessoa cresce e produz muitos frutos, algumas vezes trinta, outras sessenta e outras ainda cem vezes mais.


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"MINHAS PALAVRAS
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Nossa razão de existir como um portal de divulgação

 

Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.

Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.

Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa.

Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel.

Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia,.

Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia.

Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti.

Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.

Porque tu, ó Senhor, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação.

Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.

Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.

Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra.

Pisarás o leão e a cobra; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.

Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome.

Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei.

Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação

Salmos 91:1-16

 

 

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